O escritor angolano José Eduardo Agualusa considera ser “cedo demais” para que o MPLA reclame a vitória nas eleições angolanas e que “não será bom” para o Presidente João Lourenço iniciar um segundo mandado “sem tudo estar clarificado”.
As Doutrinas Políticas exigem muita racionalidade e muito conhecimento para serem compreendidas e interpretadas como tal, em particular as Teorias Políticas tais quais: a Teoria Elitista (Teoria do Poder) e a Teoria do Realismo Político, falam de dinâmicas estratégicas na busca do Poder e de como um Estado deve ser governado e administrado.
O jurista angolano Inglês Pinto defendeu hoje que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) violou pressupostos formais ao não publicar os votos vencidos dos comissários que não aprovaram a ata final, “vício” que não belisca os resultados eleitorais.
O presidente da CASA-CE, Manuel Fernandes, assegura que a agremiação partidária não vai “atirar a toalha ao tapete”, apesar do descalabro originado pela perda de todos os mandatos no Parlamento.
A UNITA anunciou hoje que vai entregar uma reclamação com efeitos suspensivos dos resultados das eleições anunciados pela Comissão Nacional Eleitoral, que proclamaram a vitória do MPLA, e afirmou não ter sido notificada da decisão.
A UNITA defende que, mesmo com a divulgação dos resultados finais pela Comissão Nacional de Eleições, o processo eleitoral ainda não está terminado.
Abel Chivukuvuku, candidato da UNITA à vice-Presidência de Angola, apelou à calma, defendendo que “os resultados supostamente definitivos divulgados pelo Presidente da CNE, só são mesmo da CNE e do MPLA de João Lourenço”.
O BE considerou hoje os resultados eleitorais em Angola um “sério aviso” à continuidade do regime do MPLA que “tem os mínimos para governar”, antecipando uma “forte oposição popular” ao executivo de João Lourenço.
A diplomacia da União Europeia (UE) saudou hoje o “ambiente pacífico” das eleições em Angola, que deram vitória ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), mas pediu “todos esforços possíveis” às autoridades eleitorais para responder à contestação.
A futura presidente da Assembleia Nacional de Angola, segundo os dados da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), afirmou hoje que a gestão de um parlamento sem maioria constitucional será diferente e existe “sentido de Estado” e “patriotismo” dos deputados.