Atribui culpa da actual crise na justiça angolana ao poder político. Entende que falta sensatez ao juiz presidente do Tribunal Supremo para sair do cargo perante a suspeita de crimes. É contra um terceiro mandato para o Presidente da República, mas admite uma discussão sobre o tema, desde que seja agora e feito
Na segunda-feira, o Presidente angolano pediu aos partidos políticos que se "abstenham de radicalizar os jovens, usando-os como armas de arremesso contra os seus adversários políticos e, muito menos, contra a pátria".
Um economista considerou hoje que o Tesouro angolano reduziu a sua quota de oferta de divisas no mercado para atender ao serviço da dívida nos primeiros cinco meses de 2023 e a situação concorre para a desvalorização do kwanza.
O pagamento dos salários dos funcionários públicos, incluindo os dos médicos e os dos professores, foi concluído esta quarta-feira, garantiu ao Novo Jornal fonte do Ministério das Finanças.
O economista Alberto Vunge disse hoje que houve uma “redução importante” de divisas no mercado em Angola com a ausência do Tesouro Nacional no primeiro semestre de 2023 e o cenário, “que prevalece”, contribui para a desvalorização do kwanza.
Pelo menos oito pessoas ficaram feridas e 86 foram detidas, na cidade de Moçâmedes, província angolana do Namibe, em consequência dos protestos dos mototaxistas contra a subida da gasolina na segunda-feira, anunciou hoje a polícia.
A rede social chinesa TikTok está a ganhar terreno entre as audiências mais jovens, à medida que o Facebook perde influência, revela o relatório Reuters Digital News Report 2023 (Reuters DNR 2023) hoje divulgado.
A desvalorização da moeda nacional angolana, o kwanza, está a ter um efeito negativo para os comerciantes angolanos envolvidos na importação de produtos do estrangeiro.
Em Angola, o aumento nos preços dos combustíveis foi a "gota que fez transbordar o copo", gerando várias manifestações nos últimos dias, num contexto económico já bastante complicado para os angolanos com menor poder de compra.
O diretor de produção e gestor de eventos angolano, Kayaya Júnior, considerou hoje a proibição de espetáculos em zonas residenciais como uma “medida precipitada”, defendendo que deveria ser consultado o setor.