A Assembleia Nacional de Angola aprovou, por unanimidade, projetos de leis que autorizam o Presidente angolano a legislar sobre incentivos fiscais da concessão dos blocos petrolíferos 30, 44 e 45, na bacia do Namibe.
Os cinco passageiros do submersível Titan, desaparecido perto dos destroços do Titanic, foram hoje dados como mortos pela empresa OceanGate, que organizou a expedição.
O ministro do Interior angolano condenou hoje o “aumento significativo” de publicações nas redes sociais que “incentivam e estimulam” o discurso de ódio contra as forças de defesa e segurança e de afrontas e agressões contra as autoridades.
Nesta quinta-feira, 22, perto das 14:00, hora de Luanda, 1 dólar já custa 780,8 Kwanzas, enquanto 1 euro vale 857,2 kwanzas, de acordo com a taxa de câmbio média do BNA.
O grupo parlamentar do MPLA, partido maioritário em Angola, alertou hoje que manifestar não significa “desobediência civil”, enquanto a UNITA, maior partido da oposição, aconselhou uma reflexão sobre o motivo do aumento da violência contra o partido no poder.
A ministra das Finanças de Angola considerou hoje que o aumento da inflação é a primeira consequência da retirada dos subsídios aos combustíveis, que quase duplicou o preço num dos países onde eram mais baratos.
O grupo parlamentar do MPLA, partido do poder em Angola, manifestou hoje preocupação com o "evoluir de ações violentas", resultantes de manifestações e reuniões, que se cifra em mais 22% comparativamente ao ano passado.
Professores do ensino geral em Angola apelam à equipa económica do Governo, sobretudo o Ministério das Finanças, a pagar atempadamente os salários de junho, sob pena de se comprometerem os exames finais que se iniciariam hoje.
O Bloco Democrático (BD) pediu a libertação imediata dos "presos políticos" do dia 17 de Junho e revelou desconhecer o paradeiro de dois dos seus dirigentes detidos no dia das manifestações contra o aumento dos preços de combustível, da violência contra as zungeiras e a proposta de lei do estatuto das organizações não governamentais.
A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, esclareceu, quarta-feira, em Luanda, que a manifestação é um direito do cidadão, previsto na Constituição da República de Angola, e que o cidadão deve fazer uso desse privilégio de forma cívica, ordeira e sem causar algum caos social.