Conhecidas figuras políticas do país reagiram hoje de modo diferente a acusações do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, que os Serviços de Informação e Segurança, SINSE, têm estado envolvidos numa campanha de propagação de notícias faltas para difamar a oposição.
A ministra das Finanças de Angola disse hoje que o país precisa de "dinheiro fresco na economia" e defendeu que é o setor privado que tem de ocupar o lugar que dantes cabia ao Estado.
O Presidente angolano aprovou um empréstimo no valor de 2,7 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) com a Luminar Finance Limited, empresa ligada ao grupo israelita Mitrelli, para financiamento de infraestruturas públicas.
O primeiro-secretário da Mesa da Assembleia Nacional (AN), Manuel Dembo, considerou infundadas as declarações do presidente do Grupo parlamentar da UNITA sobre alegada violação das disposições constitucionais na mudança da abertura do ano parlamentar 2023-2024 de domingo (15) para segunda-feira (16).
A líder do BE, Mariana Mortágua, afirmou hoje que os bloquistas condenam "os crimes de guerra cometidos pelo Hamas e por Israel", reconhecendo "historicamente o direito à autodeterminação da Palestina".
A ministra das Finanças de Angola disse hoje à Lusa que o Orçamento do Estado para 2024 não deverá contemplar aumentos para os funcionários públicos, privilegiando a contratação de novos empregados, principalmente nas áreas sociais.
A ministra das Finanças de Angola disse hoje à Lusa que o Governo vai reavaliar a retirada dos subsídios aos combustíveis por indicação direta do Presidente da República, e admitiu que "está tudo em aberto".
O governador da província de Luanda, Manuel Homem, exonerou e nomeou, terça-feira, os administradores municipais e distritais de Talatona, Cazenga, Icolo e Bengo, Maianga, Rangel, Sambizanga e Vila Verde.
Um analista político pediu hoje “sensibilidade” do Presidente angolano em assumir publicamente que o país “está em crise e que o povo está a sofrer de fome” e defendeu que João Lourenço, no seu discurso à Nação, apresente soluções efetivas.
O analista político Albino Pakissi desafiou hoje os deputados angolanos a concluírem o pacote legislativo autárquico, para a consequente implementação do poder autárquico e redução das assimetrias no país, e a promoverem “consensos” sobre problemas do país.