A Secretaria de Estado para os Direitos Humanos e Cidadania e Angola anunciou na semana passada, a decisão de criar Comités Locais dos Direitos Humanos (CLDH) nas 18 províncias do país.
O MPLA, no poder em Angola, disse hoje ser um partido “democrático” e desvalorizou a pretensa candidatura de Cláudio Dias dos Santos à liderança partidária, considerando ser “apenas mais uma manifestação de vontade”.
Orçamento Geral do Estado para 2024 vai a votação já amanhã, sob duras críticas do maior partido da oposição angolana, que aponta a "insustentabilidade" da dívida pública, da qual o Governo faz "segredo de Estado".
O MPLA, partido no poder em Angola, assegurou hoje que não tem problemas com filhos de ninguém, quando questionado sobre a reconciliação com as filhas de José Eduardo dos Santos, e mostrou-se confiante na vitória eleitoral em 2027.
O Governo pretende subvencionar os medicamentos para doenças crónicas não transmissíveis, como a hipertensão arterial, diabetes, anemia facilforme e algumas doenças do foro mental.
Uma mulher de 25 anos, residente no bairro do Golf 2, no município do Kilamba Kiaxi, em Luanda, matou a sua filha de dois anos, por recomendação de uma tia sua e movida por crença em feiticismo, com o objetivo de ficar rica, soube no Novo Jornal.
Os leites terapêuticos F-75 e F-100, fabricados pela New Cesamex, estão proíbidos de serem comercializados em Angola, devido uma adulteração do produto que prejudica, gravemente, o tratamento das crianças desnutridas e lesa a saúde pública.
Uma fonte da Televisão Pública de Angola (TPA) que não quis ser identificada, em notícia publicada ontem, no espaço informativo Telejornal, revelou que as mortes de Pedro Ngueve Jonatão “Tito” Chingunji e Wilson dos Santos ocorreram em 1991 a mando do então líder da UNITA, Jonas Savimbi, e a queima das ossadas oito anos depois.
Pelo menos duas pessoas morreram, várias residências ficaram inundadas e famílias desalojadas, devido as chuvas que se registaram, na noite de domingo e madrugada desta segunda-feira, em Luanda e um pouco por todo o país.
O estado angolano gastava rios de dinheiro com pessoas que não estavam habilitadas a receberem a pensão de antigo combatente e deficiente de guerra.Dados do Ministério da Defesa nacional, antigos combatentes e veteranos da pátria, diz que são mais de 90 mil pessoas nesta condição.