A recente inclusão da construtora angolana Omatapalo no Pacto Global das Nações Unidas levanta sérias questões sobre a coerência e a integridade desta iniciativa de sustentabilidade corporativa. O Pacto, que visa alinhar as estratégias empresariais aos Dez Princípios Universais e aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agora abriga uma empresa cuja reputação é duvidosa.
A Rússia tem acordos militares com os cinco países lusófonos em África, sendo o são-tomense o mais recente e o acordo com Angola, de longe, o mais ambicioso, segundo os textos dos mesmos, consultados pela Lusa.
O exército da República Democrática do Congo (RDC) afirmou que conseguiu impedir uma tentativa de golpe de Estado em que um grupo de homens armados liderado pelo residente congolês, baseado nos EUA, Christian Malanga (foto), assaltou a residência do vice-primeiro-ministro e se preparava para invadir o Palais de la Nation do Presidente da República.
O embaixador brasileiro em Angola nega a existência de casos de corrupção ligados à emissão de vistos e anunciou “para breve” a reabertura de um consulado geral para atender “a explosão” de pedidos, que quintuplicaram num ano.
Não há espaço em Angola para mais nenhum terceiro mandato pretendido pelo senhor feudal dona das terras angolanas. O terceiro mandato terá em breve a data definitiva do seu enterro. A sociedade civil e as oposições, juntos enterrarão o terceiro mandato para todo sempre, de contrário, as ruas do país que nos viu nascer esperam-nos a todos.
A consultora britânica Oxford Economics considerou hoje que a produção de petróleo em Angola deverá aumentar 3% este ano, passando de 1,13 milhões de barris diários, em 2023, para 1,16 milhões este ano.
Desde que o Presidente da República, João Lourenço, assumiu o poder através das eleições gerais de 2017, a empresa OMATAPALO – Engenharia & Construção, S.A., fundada em 2003, já recebeu aproximadamente 26 contratos de obras públicas, na sua maioria por ajuste directo, acumulando milhares de milhões de dólares norte-americanos.
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos denunciou hoje alegado “abuso de autoridade” da administração da Rádio Nacional de Angola (RNA), por tentar impedir a realização de uma assembleia de trabalhadores, classificando-a como deliberada vontade de coartar a liberdade sindical.
O ministro da Cultura angolano mostrou-se hoje preocupado com a proliferação de Igrejas e comportamentos criminosos e desviantes de alguns religiosos mais direcionados para espoliar fiéis do que para a “solidariedade e bons costumes”.
O empresário Edson Caetano de Oliveira, proprietário da empresa Xtagiarious Finance, acusado de ter burlado centenas de pessoas em largos milhões de kwanzas, disse esta semana em tribunal que não burlou nenhum cliente, que apenas lhes deve dinheiro, e que houve má-fé por parte do Banco Nacional de Angola (BNA) em passar a falsa imagem de que a empresa não estava habilitada a exercer qualquer actividade financeira sujeita à sua supervisão.