Os candidatos do MPLA a Presidente e Vice-presidente da República passam a ser designados pelo Comité Central, sob proposta do Bureau Politico, deliberou este terça-feira, em Luanda, o VIII Congresso Extraordinário desta formação.
Os candidatos do MPLA, partido no poder, a Presidente e vice-Presidente da República de Angola passam a ser designados pelo Comité Central, sob proposta do Bureau Político, com a alteração dos estatutos do partido hoje aprovada em congresso extraordinário.
A ONU anunciou hoje que está a acompanhar a "saída futura" de Angola do grupo de países menos desenvolvidos, juntando-se a Cabo Verde e São Tomé e Príncipe na lista de países de rendimento médio.
O militante do MPLA Valdir Cónego confirmou hoje, em Luanda, a intenção de se candidatar a presidente do partido e para a Presidência da República, dizendo querer mostrar à sociedade angolana que há democracia interna.
O general Higino Carneiro, considerado um dos potenciais candidatos à liderança do MPLA, no Congresso Ordinário de 2026, reiterou que é demasiado cedo falar sobre o assunto.
O líder do MPLA, partido no poder em Angola, apelou hoje ao Governo de Moçambique, partidos políticos e sociedade civil para que "trabalhem para encontrarem as melhores soluções com vista a ultrapassar a crise pós-eleitoral".
O líder do MPLA anunciou que o partido, no poder em Angola, vai fazer “o rejuvenescimento do bureau político e do seu secretariado para enfrentar os novos desafios”, logo a seguir ao VIII congresso extraordinário, que começou hoje.
A ONG Plataforma Decide, que observa as eleições em Moçambique, recusou o pedido do Conselho Constitucional (CC) para disponibilizar atas e editais da votação de outubro, alegando que contêm irregularidades que "serviriam para legitimar a fraude".
O MPLA, partido no poder em Angola desde a independência, em 1975, inicia hoje um congresso extraordinário de dois dias entre polémicas relacionadas com pedidos de impugnação e a alteração dos estatutos.
O governo ruandês disse hoje que o adiamento da cimeira tripartida de Luanda sobre a paz na República Democrática do Congo se deveu a "questões críticas por resolver" e acusou as autoridades congolesas de ameaças.