O MPLA parou no tempo. Hoje, a história mostra que o partido que (des)governa o país perdeu totalmente toda a credibilidade e aceitação popular. A situação actual do partido é dilacerante. Nada mais há a fazer para repor o partido na rota certa.
Um dos segredos e diferencial do digital, é o facto de um único conteúdo ser acessado por um número ilimitado de utilizadores a nível de uma casa, rua, bairro, cidade, município, província, país, continente e mundo inteiro. Estes acessos traduzem -se em múltiplas vantagens, quer a nível de visibilidade e rentabilização.
Presidente de Angola, que visita Portugal esta semana, admite que a acção do Governo português pode pôr em causa o futuro da CPLP. “Vamos trabalhar todos em conjunto” para o evitar.
O deputado da UNITA, Monteiro Eliseu, criticou hoje, 23, as recentes declarações do Presidente da República, João Lourenço, sobre a implementação das autarquias em Angola.
O MPLA e a UNITA não chegaram a um entendimento sobre a eliminação das actas-síntese nas assembleias de voto e a introdução das mesas móveis, durante os debates esta quarta-feira, 23, na especialidade, da proposta de alteração à Lei Geral das Eleições Gerais.
“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...”(Gênesis 1:26-28): Esta passagem deveria ser suficiente para nos fazer aceitar, amar e honrar o corpo que recebemos do Criador.
A proposta de lei sobre a liberdade religiosa em Angola parece-me acertada em quase todos os pontos — com exceção de dois aspetos que merecem atenção crítica.
O grupo parlamentar da UNITA informou ontem que o Tribunal Constitucional admitiu, segunda-feira, 21, o seu recurso de apelação contra a resolução da Assembleia Nacional que aprovou a nova composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE). Entretanto, o analista Adão Pedro refere que a admissão do processo poderá reabrir o debate sobre a legalidade da nomeação do novo elenco da CNE.
No quadro dos festejos dos 50 anos de independência nacional, o Presidente da República, João Lourenço, concedeu uma entrevista ao canal português CNN, exibida ontem, em que abordou a conjuntura internacional, os conflitos em África, a relação Angola – Portugal e com os demais países, sem deixar de passar em revista a questão das autarquias locais, assim como a sucessão presidencial, que, por força da Constituição da República, está obrigado a já não concorrer à sua própria sucessão, terminando assim o seu segundo e último mandato em 2027.
Antes da visita oficial a Portugal, marcada para breve, num ano simbólico em que Angola assinala 50 anos de independência, João Lourenço abordou aspetos da relação entre os dois Estados numa entrevista exclusiva à CNN Portugal.