O secretário-geral da Grupo ACP, Georges Chikoti, considera que "alguns dos erros" cometidos na região do Sahel, palco de quatro golpes de Estado nos últimos 18 meses, encontram uma explicação na "francofonia", ou seja devem ser imputados a Paris.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, submeteu hoje à Assembleia Nacional um requerimento para discutir e votar um voto de protesto contra a guerra na Ucrânia.
Autoridades provinciais deviam responder a certas reinvindicações dos taxistas em um mês, contando de 11 de Janeiro último. Associação nota que o prazo expirou sem qualquer contacto e que as “intimidações” aos taxistas não os vão parar.
Fundou há 20 anos um dos mais importantes e interventivos portais de notícias, o Club-K, e desde então tem sido um incansável e desbravador de terrenos do jornalismo angolano de investigação.
Após enfrentar problemas logísticos e violar o manual das invasões militares, as forças de Vladimir Putin chegam ao sexto dia da guerra na Ucrânia numa nova etapa, potencialmente mais destrutiva para Kiev.
Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira, tendo como pano de fundo a escalada da invasão da Ucrânia pela Rússia, os preços do petróleo dispararam no início da tarde atingindo máximas não registradas em sete anos.
A Empresa Nacional de Combustível e Óleo (ENCO), gerida pela Sonangol, notificou o Governo são-tomense que reduzirá 50% do combustível fornecido à Empresa de Água e Eletricidade (Emae), a partir de hoje, por falta de pagamento de dívidas vencidas.
A União Africana, organização que reúne os 55 países do continente, condenou publicamente o tratamento que, conforme relatos compartilhados nos últimos dias, vem sendo dispensado aos cidadãos de países africanos que estão na Ucrânia em guerra.
O Presidente de Angola, João Lourenço, que detém atualmente a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Linga Portuguesa (CPLP), recebeu uma delegação de deputados da Guiné-Bissau, que lhe transmitiu informação sobre a situação política naquele país.
O petróleo voltou a subir acima de US$ 100 o barril nesta terça-feira, maior cotação desde 2014, enquanto os minvestidores ainda se comportam com incertezas por conta da invasão da Ucrânia pela Rússia.