Onze partidos políticos estão habilitados, até ao momento, a concorrer nas eleições gerais em Angola, previstas para Agosto deste ano, segundo fonte do Tribunal Constitucional (TC).
Nunca ouvi o Adalberto Costa Júnior a destratar os seus adversários políticos. Achei isto sempre muito positivo porque o líder influencia até um certo ponto a cultura operacional de uma organização ou, neste caso, um partido. Curiosamente, na nossa cultura Bantu as discussões visam sempre criar um consenso; para os sekulus nos njangos, , a sabedoria é sempre regida por uma certa cautela.
O líder do MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que a oposição está fragilizada, por isso recorre a “golpes baixos”, como mobilizar jovens para vandalizar bens públicos e privados.
O líder do MPLA, partido no poder, admitiu hoje na província angolana do Cunene, que ainda há gestores públicos que mexem no erário, mas “não com tanto descaramento, com tanta falta de medo, como era no passado”.
Os médicos angolanos em greve há duas semanas denunciaram hoje que estão a ser impedidos de entrar nos respetivos hospitais, onde garantem os serviços mínimos, supostamente por orientação das autoridades sanitárias, lamentando a violação da lei da greve.
O Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Superior (Sinpes) angolano anunciou hoje que suspendeu por trinta dias a greve, que dura há três meses, admitindo retomar a paralisação caso as autoridades não aceitem a nova proposta salarial.
O escritor angolano José Luís Mendonça considera que o regime angolano "só se mantém através dos excessos" e diz não perceber a construção da paz "quando se ostraciza o adversário com quem se fez a paz".
A 4 de Abril de 2002, o MPLA e a UNITA, as duas formações políticas beligerantes que estiveram envolvidas desde a independência do país, numa longa guerra civil que se arrastou por 27 anos, assinavam em Luena, Moxico, os acordos que permitiram a paz aos angolanos.
O maior partido da oposição angolana, UNITA, em nota de imprensa recorda que aos 4 de Abril de 2002 era, solenemente, assinado em Luanda, o Memorando de Entendimento Complementar do Luena, que constitui a base da paz que o nosso país, Angola, vive.
O Partido de Renovação Social (PRS), apontou o percurso que ainda falta para que os angolanos sintam, na totalidade, os benefícios da paz, mas acredita que valeu a pena o consenso alcançado, porque permitiu abrir o país a livre circulação de pessoas e bens, contribuindo, assim, para a afirmação das famílias.