O movimento independentista de Cabinda acusou hoje as Forças Armadas Angolanas de lançarem uma “operação militar contra um grupo de civis desarmados” na República Democrática do Congo (RDCongo), junto à fronteira com o enclave petrolífero angolano.
Com os holofotes focados no combate eleitoral em 2022, o partido que sustenta o Governo admite cenário de «estabelecer social» que pode colocar em risco o seu poder.
O MPLA, partido no poder em Angola desde 1975, e o seu principal adversário, a UNITA, escolheram a capital, Luanda, e a segunda maior cidade, Benguela, respetivamente, para mostrar a sua capacidade de mobilização no arranque da campanha eleitoral.