Terça, 07 de Abril de 2026
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O líder da UNITA, principal partido da oposição angolana, usou hoje “o que aconteceu ontem em Portugal” para questionar se em Angola seria possível a investigação de um Primeiro-ministro e a detenção de membros do Governo português.

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O presidente da UNITA defendeu esta quarta-feira, 08, em Luanda, que a crise severa que Angola atravessa não é resultado da falta de meios para desenvolver o País, nem de quadros capazes para essa tarefa, é, sim, uma consequência das "más opções políticas" do Governo do MPLA.

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