O anúncio foi feito pelo porta-voz da CNE, Manuel Camati, no final da segunda Sessão Ordinária do Plenário da instituição, realizada em Luanda, durante a qual foi apreciada e aprovada a proposta de validação do arranque da produção dos materiais necessários ao processo eleitoral.
Segundo Manuel Camati, a deliberação permite que as empresas previamente contratadas iniciem de imediato os trabalhos previstos, assegurando o cumprimento das etapas logísticas indispensáveis à realização das eleições.
“O Plenário apreciou a proposta e deliberou favoravelmente. A partir deste momento, as empresas contratadas estão autorizadas a iniciar a produção dos materiais necessários à realização do processo eleitoral”, afirmou o porta-voz da CNE em declarações à imprensa.
A autorização agora concedida insere-se no conjunto de medidas preparatórias que a Comissão Nacional Eleitoral tem vindo a implementar com vista à organização das Eleições Gerais de 2027. O objectivo passa por garantir que todos os procedimentos técnicos e logísticos decorram dentro dos prazos estabelecidos, criando as condições necessárias para a realização do pleito.
A produção do material eleitoral constitui uma das fases mais importantes da preparação eleitoral, abrangendo diversos instrumentos indispensáveis ao acto de votação e ao funcionamento das assembleias de voto em todo o território nacional.
Com esta decisão, a CNE dá mais um passo no processo de organização das próximas eleições, reforçando os mecanismos de planeamento e execução das operações que antecedem a consulta popular prevista para 2027.

