Sábado, 20 de Agosto de 2022
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Terça, 28 Junho 2022 13:17

General Numa faz duras críticas à JLo e defende que cargo de PR não pode ser exercido por doente

O deputado da UNITA, general Abílio Kamalata Numa, disse esta terça-feira, 28 de Junho que, depois do primeiro presidente da República, António Agostinho Neto e de José Eduardo dos Santos ver aterrar como Presidente de Angola e dos angolanos, João Manuel Gonçalves Lourenço, de princípio enganados pelo seu mimetismo camaleónico, foi aterrador.

Em declarações, a que Angola24horas teve acesso, Kamalata Numa diz que, tal foi por que, chegava ao poder em Angola "a gang do Monte Sumy" o que não levou tempo a confirmar-se pouco tempo depois com os massacres de angolanos em Kafunfu.

Para o quadro político da oposição angolana, com a multiplicação de escândalos de corrupção a partir da Presidência da República, os angolanos despertaram da enganosa sonolência de que estava diante de si a personificação horripilante do embuste a que o MPLA os sujeitou.

Numa recorda que foi nesta altura que, aos 15 de Novembro de 2021 escreveu que, "Pela observação que vinha fazendo, esperava não estar errado, o ambiente político em Angola ficou explosivo por culpa do Senhor João Manuel Gonçalves Lourenço, actual Presidente da República de Angola, que julgava poder estar a sofrer de transtorno obsessivo compulsivo de pensamentos proibidos; não é normal a perseguição que faz a Adalberto Costa Júnior".

Hoje, sublinha, quando oiço o Presidente de Angola e Comandante em Chefe das FAA a usar expressões inapropriadas ao seu estatuto, como: "marimbandos, caranguejos, salto da gazela, ko, cabidela, arruaceiros, guerra, etc.", fica consolidado o receio de João Manuel Gonçalves Lourenço ser um embuste do MPLA imposto aos angolanos.

No seu entender, um Presidente de Angola no quadro da actual constituição tem muito poder que não deve ser exercido por um doente.

Por isso, Numa apela que o povo angolano deve ajudar o MPLA, dia 24 de Agosto de 2022, a corrigir este grande erro que colocou em causa a Constituição da República e o juramento que fez a quando da tomada de posse como Presidente da República de Angola.

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