Terça, 18 de Janeiro de 2022
Follow Us

Recentemente recebi, um texto extensivo de investigação, sobre o Radicalismo Islamico que aos poucos vai tomando conta de toda a Africa e que também vai ganhando corpo em Angola e extrai algumas reflexões. Devo reconhecer que fiquei tão espantado e estupefacto com as estrategias dessa religião que carrega consigo, também expirações politicas e económicas e que quando os seus seguidores são a maioria numa nação ou estado, a minoria é obrigada a converter-se ou pagar caro pela negação de aderir ao Islamismo.

Domingo, 12 Janeiro 2014 15:44

Vender no meio da rua

A minha palavra vai hoje para os vendedores ambulantes da capital do país. A Comissão Administrativa de Luanda anunciou que vai começar a punir os indivíduos que vendem e compram artigos nas ruas da cidade. A medida é bem-vinda e foi anunciada por José Tavares Ferreira, presidente da Comissão Administrativa, durante a reunião do Conselho de Auscultação e Concertação Social de Luanda.

Torna-se doloroso e até mesmo intrigante a todo bom militante do MPLA ver o partido dos seus sonhos afundar-se completamente, e também assistir impávido o seu descarrilamento, pontificando de seguida para uma inigualável descaracterização, daquele que já foi considerado um dos maiores baluartes atuantes da cena politica e militar dentre os então movimentos, que ajudaram a libertar Angola do jugo colonial fascista.

O verdadeiro Nascimento, da democracia, na Republica de Angola, teria sido já, um facto palpável, e que sob efeito domino, teria já trago para Angola, uma comissão nacional de verdade, e de reconciliação, se o ditador Jose Eduardo dos Santos, houvesse admitido primeiro a democratização do MPLA, antes do déspota, fingir que tem boa vontade política, para enveredar, no jogo democrático em Angola.

O discurso proferido por sua excelência Senhor Presidente da República de Angola - José Eduardo dos Santos – constituiu as guloseimas que compensam o amargo das chicotadas e dos tiros pelos quais ele mesmo responde às manifestações populares e em particular dos jovens, por intermédio do seu “braço armado” (UGP – Unidade da Guarda Presidencial).

A República de Angola é um país que está em crise de liderança, onde a inevitável alternância política do actual Presidente, que se avista à passos longos, poderá ser turbulenta e resultar em duas crises: a própria alternância ou sucessão e a sua posterior crise transicional político-administrativa da actual para a futura Presidência da República.

Terça, 31 Dezembro 2013 20:22

2013-2014: “processo” ou retrocesso?

No outro dia, cruzei-me acidentalmente com alguns “mais novos” da comunicação social pública, e, para a minha agradável surpresa, contrariando a habitual fuga às “minhas chagas de sarna”, mostraram-se muito simpáticos e conversadores. 

Analistas consideram que José Eduardo dos Santos não aprofundou temas controversos na mensagem de Ano Novo. Por exemplo, a morte dos ativistas Alves Kamulingue e Isaías Cassule.

Página 270 de 280

Log in or Sign up