Isabel dos Santos tornou-se perita em emitir comunicados que negam factos, sem todavia os impugnar especificamente. O seu comunicado mais recente, sobre a matéria do Maka Angola referente à transferência de 135 milhões de dólares da Sonangol para as suas empresas particulares, diz apenas que se trata de informações falsas.
Na semana passada manifestei-me confuso com as decisões da última reunião do comité de política monetária (CPM) do Banco Nacional de Angola (BNA) que considerei contraditórias.
As declarações bombásticas do ministro angolano das relações exteriores acerca da dos motivos que levaram a interrupção unilateral da cooperação com Portugal, deixaram perplexos até mesmo o cidadão menos informado. O ministro esforçou-se de tal maneira a barra, que quase deu a entender que Manuel Vicente estaria a ser perseguido politicamente pela justiça Portuguesa.
O projecto de “Amnistia Económica”, que os Jovens Associados em Prol da Agricultura, Saúde, Educação e Ensino (JADASE) propõem no quadro do combate à corrupção em Angola, é de louvar.
Por José Luís Mendonça
É evidente que Isabel dos Santos construiu um império empresarial à sombra do Estado, aproveitando-se do facto de ser filha de quem é. Não era evidente que sentando-se João Lourenço na cadeira do pai ela e os seus interesses deixariam de ser intocáveis. Afinal, levanta-se o véu.
Por André Veríssimo
Senhor Presidente,
Queira receber os meus melhores cumprimentos.
O rescaldo do recente seminário do MPLA, que teve por base o combate à corrupção, ao nepotismo e ao branqueamento de capitais, poderá ter sido mais amargo para algumas pessoas e militantes do partido do que a iniciativa fazia prever.
Por Eugénio Costa Almeida
Com a eleição do novo presidente, todas as esperanças estão agora em Angola. A nova configuração política exige uma reflexão séria sobre o país a que os angolanos aspiram.
Por Pody Mingiedi/Politólogo - Suíça