Sábado, 29 de Agosto de 2026
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O regime do MPLA, que governa o nosso pais, por mais de 45 longos anos, agora liderado pelo general João Manuel Gonçalves Lourenço, (JLO) presidente da República de Angola, de cuja a bandeira repousa, na eterna corrupção institucional generalizada, se tem aproveitado das maiorias parlamentares saídas dos habituais pleitos eleitorais fraudulentos, para criar leis artificiais com vista a continuar com o adiamento do sonho Angolano, para o desenvolvimento dos povos do pais do Sudoeste Africano.

Na verdade, é uma autêntica vergonha usar a desgraça de uma família para ganhar votos. A doença do Kudurista Sebem já dura mais de 4 Anos.

Contra factos não há argumentos! Prováveis razões "paira no ar" sobre uma “acérrima” perseguição “sem trégua” contra a empresária Isabel dos Santos.

Até nisto criminosamente o MPLA foi fino educando a sociedade angolana á sentir medo dele. Este tipo de governação criminosa e ao seu bel prazer por parte do MPLA tudo indica que foi ou é, muito bem pensado e criminosamente premeditado.

Waldemar Bastos não merece isto, eu não tenho nada contra pelo facto de um MPLA bloqueado psicologicamente por tanto mal que faz, praticamente desde que Angola está independente.

JLO armado com todos os artefactos da vingança atirou – se de cabeça contra o corpo do ex – Presidente JES tendo atingido o lugar onde a dor é hiperálgica, cujo ângulo expressa a condenação do filho – varão “Zénu dos Santos” à cinco anos de prisão maior.

Nas ultimas duas décadas, o ocidente pode espirrar de conspiração e de ciúmes, de que, o regime da ex União Soviética é autoritário e anti-democrático, etc etc, mais, uma coisa é certa, Vladimir Putin, é um Lenine em miniatura, para mim, é o melhor líder Mundial em termos de estratégia e liderança da actualidade.

No livro “27 de Maio de 1977” que Artur Queirós publicou em 2017, numa edição (mais uma) da Fundação Dr. António Agostinho Neto (FAAN), está escrito pelo autor o seguinte na página 74: “Neto não o disse nunca em público, mas é importante referir que nos primórdios do fraccionismo protagonizado por Monstro Imortal, Nito Alves e José Van-Duném, ele propôs ao Bureau Político do MPLA do MPLA que fosse nomeado um grupo de trabalho para investigar a existência de conspiradores no seio do partido. Aprovada a proposta, indicou JES para a presidir a Comissão.

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