Em toda e qualquer instituição político-diplomática é impossível ter uma boa administração e organização interna se não houver um regulamento orgânico detalhado, eficaz, concreto e progressivo, sobretudo se os embaixadores enviados para chefiarem uma estrutura ou missão diplomática não possuírem capacidade intelectual e um programa de mandato adequado para o bom exercício das suas funções, ou seja um programa que justifique a sua presença como representantes do Estado no exterior.
Nossa maneira insistida de apreciar o tempo e o espaço como absolutos, ao modo de Isaac Newton ou de nosso senso comum, leva-nos ao costume vulgar de trivializar a data de aniversário de alguém, como vemos em nossas certidões de nascimento.
O facto do presidente Ibrahim Boubacar Keita e o seu primeiro ministro, Boubou Cissé, haverem sido verdadeiramente derrocados, logo detidos, pelos militares zangados na Capital do país Africano Bamako, demonstra claramente a fragilidade das nossas instituições em África, inadvertida/inocentemente promovida, pelos líderes que tem governado o continente negro.
Mais do que nunca, o Eng. JES, entrou para a história, como um grande herói, um futebolista emprestado à política, um líder humanista, um político que desafiou a sua época.
Globalmente, muitos países, comemoram o dia dos heróis anualmente, e geralmente reservam o dia como feriado. Neste dia, o país renova o seu reconhecimento e lembram-se os heróis caídos da nação.
Li nas redes sociais que Job Capapinha engravidou a vice-governadora do Cuanza Sul. De nome Emília Tchinawalile Cassoma, eu pergunto, mas onde está a maka num país onde o impossível não existe e tudo acontece?
A ciência histórica terá a seu tempo o papel de analisar com rigor o que se passou em Angola, sobretudo depois do fim da guerra civil. Mas como se diz, o jornalismo é a história do nosso tempo e vai daí a sua notável preocupação com o que é actual.
O facto do presidente, João Lourenço (JLO),no início da sua governação haver aparecido publicamente nas ruas de Luanda, incluindo nas praias da Capital Angolana, etc. tendo imitado, o carismático/simples presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa (Tio Celito), afinal não fez do nosso presidente, o que os Angolanos pensavam que viesse a ser diferente do antigo presidente, José Eduardo dos Santos.