Segunda, 30 de Março de 2026
Follow Us
Terça, 25 Agosto 2020 23:52

Deixem-no governar

A ciência histórica terá a seu tempo o papel de analisar com rigor o que se passou em Angola, sobretudo depois do fim da guerra civil. Mas como se diz, o jornalismo é a história do nosso tempo e vai daí a sua notável preocupação com o que é actual.

O facto do presidente, João Lourenço (JLO),no início da sua governação haver aparecido publicamente nas ruas de Luanda, incluindo nas praias da Capital Angolana, etc. tendo imitado, o carismático/simples presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa (Tio Celito), afinal não fez do nosso presidente, o que os Angolanos pensavam que viesse a ser diferente do antigo presidente, José Eduardo dos Santos.

1 - Uma instituição diplomática (Embaixada-Consulado) tem como objectivo principal: representar o seu próprio País no exterior, e o dever de ajudar, socorrer e apoiar o seu povo na diáspora.

O Estado, através da Procuradoria-Geral da República (PGR), tem feito uma série de apreensões de bens e património, no âmbito da recuperação de activos do Estado que estão ou foram parar indevidamente às mãos de interesses privados ou de grupos.

Passados mais de três anos da governação do actual presidente de Angola, João Lourenço (JLO), Independentemente da actual pandemia  que assola actualmente o mundo e Angola, JLO não foi capaz de fazer reformas de vulto em Angola, muito menos fazer prevalecer a sua suposta luta contra  a corrupção, por haver ignorado ao que parece as normas básicas dos manuais da liderança moderna.

O stress vai aumentar ainda mais, e eleições eleitorais 2022 não acredito ser já certeza. Pois o que está em causa não é nada incorreto ou qualquer falha da direção do projeto político PRA-JA servir Angola, mas sim se atingir Abel Chivukuvuku.

Os angolanos assinalam neste domingo, 23 de Agosto, três anos depois de realizadas as eleições gerais de 2017, que mais do que um acto eleitoral, marcou o fim da Presidência de José Eduardo dos Santos e o início de uma nova era, com a entrada em cena de João Lourenço, como Presidente da República.

Quando o ex-presidente José Eduardo dos Santos (JES), governou o nosso país, por longos 38 anos da ditadura em Angola, rumores segundo os quais, JES, nunca nasceu em Angola, os ecos dos tais rumores teriam certamente sido escutados até pelos "mortos no cemitério".

Página 152 de 369