As autoridades de Bihta, na Índia, estão investigando um caso incomum onde uma mulher foi dada como prêmio depois do marido ter a perdido em uma aposta. A própria esposa foi quem denunciou o fato às autoridades.
O Presidente da República de Angola deu hoje instruções às forças policiais para adotarem medidas de segurança e manutenção de ordem pública na cidade de Luanda, confrontada com situações de criminalidade violenta.
O escritor José Eduardo Agualusa disse à Lusa que o seu novo romance, "A Rainha Ginga", responde a "uma inquietação" dos angolanos que querem conhecer o seu passado, numa nova perspetiva.
A chamada de Leandro Jacques da Conceição, filho da antiga estrela do basquetebol angolano Jean Jacques, é a grande surpresa nos convocados do selecionador nacional Paulo Macedo para a Taça Borislav Stankovic.
A visão da juíza Luzia Sebastião sobre as eleições autárquicas, não é legitima, uma magistrada tem de manter-se independente. A opinião tecida aos microfones da radio de jes pela juíza, não foi em nada justa nem altruísta e muito menos se tratou de uma afirmação descomprometida!
Um cidadão oriundo de São Tomé e Príncipe e residente na Ilha do Sal há mais de um ano, está sob termo de identidade e residência, por suspeita de tráfico de cabo-verdianas para exploração sexual em Angola.O seu nome não foi revelado, mas o cidadão saotomense foi detido em Novembro de 2013, na sequência de denúncias de duas jovens da ilha do Sal, que o acusaram de reter os seus passaportes, dois dias antes da viagem para Angola.
Encontra-se em liberdade o agente dos serviços de contra inteligência apanhado na noite do dia 20 de Maio pelos cidadãos do município de Viana, quando tentava distribuir panfletos com dizeres contra Nito Alves e outros manifestantes.
É com imensa tristeza e desilusão que Expresso o meu espirito de revolta patriótica por diversos acontecimentos que tem lesado as boas normas e costumes característicos a sociedade Angolana.
O juiz Carlos Alexandre considera que o jornalista que pediu a abertura da instrução «não tem legitimidade para interferir».
Quem o aconselha a empregar a Polícia de Intervenção Rápida (PIR), uma força de elite, para torturar jovens manifestantes, jornalistas e políticos da oposição no seu comando central? Artigo de Rafael Marques, publicado em Maka Angola.