O mundo parece estar pouco interessado nos acontecimentos no Burkina Faso. Mas o „país dos homens íntegros”, como os seus habitantes lhe chamam, tem uma lição para dar. Um comentário de Claus Stäcker
Situação do país é revista no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
O chefe do Estado-Maior do Exército burquinense, general Nabéré Honoré Traoré, anunciou nesta sexta-feira que assumirá as "responsabilidades de chefe de Estado", após a queda do presidente Blaise Compaoré.
No mesmo contrato destaca-se que estas obras "contribuem para uma maior e melhor oferta hoteleira em Luanda" daquele hotel
Em pouco mais de quatro horas, a delegação angolana, chefiada pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Rui Mangueira, elucidou a comunidade internacional sobre as políticas adoptadas, nos últimos quatro anos, para implementar as 166 recomendações apresentadas em Fevereiro de 2010, no âmbito do primeiro ciclo do mecanismo do Exame Periódico Universal.
Diante de dezenas de milhares de pessoas reunidas nas ruas de Ouagadougou, um representante do exército anunciou que o presidente Blaise Compaoré "já não está no poder". A notícia foi recebida em euforia e com aplausos.Pouco depois, o próprio presidente anunciou a demissão num comunicado.
Carlos Feijó está a recuperar poder e influência que perdeu com o seu afastamento do último cargo público que exerceu, ministro do Estado e chefe da Casa Civil (AM 700), mas conjectura-se que a relação “menos boa” com MH Vieira Dias “Kopelipa” desfavorece um eventual regresso pleno à política.
A rede de computadores da Casa Branca foi invadida nas últimas semanas por hackers que possivelmente seguiram orientações do governo russo, informou o jornal The Washington Post. Na condição de anonimato, fontes ligadas à investigação disseram que houve a interrupção de alguns serviços para que as autoridades pudessem conter a invasão. Não há indícios de que os criminosos conseguiram danificar sistemas de segurança nem roubar arquivos secretos do governo americano.
As escolas e universidades portuguesas vão estar pela primeira vez na feira da Educação em Luanda (Educa Angola 2014), para captar mais alunos e investimento.
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse hoje que o Orçamento do Estado "é algo de fachada, que não se cumpre", acrescentando também que ninguém sabe "de onde surgem enormes somas de dinheiro a passear na Europa".