O protesto, organizado por quatro movimentos da sociedade civil, está marcado para o próximo fim-de-semana. Ativistas pedem a demissão imediata de José Eduardo dos Santos do cargo de Presidente da República.
O Ministério da Cultura repudiou hoje, quinta-feira, em comunicado tornado público, em Luanda, o comportamento incorrecto de membros da Igreja Josafat contra as autoridades angolanas, particularmente policiais, na província da Huíla.
A cidade de Saurimo, antiga capital regional, do distrito da Lunda, era uma cidade pequena, havia sido projectado para 120 000 colonos portugueses, ligados a administração. A vila de Saurimo ou Saulimbo, passou a categoria de cidade nos anos 50, os serviços médicos tem lugar no período 1960 á 1970, altura que foi construído o Hospital regional.
As coisas não anda bem na Transportadora Aérea Angolana (TAAG) depois do pouso de emergência devido a incêndio em um dos motores no voo de São Paulo para Luanda mais outra noticia assustador de acordo com as informações de um dos passageiros do voo de Luanda para Lubango, houve uma confusão na troca dos autocarros que levam os passageiros até o avião, o engano por parte dos funcionários, e alguns dos passageiros subiram no avião da TAAG com destino a Cape Town (África do Sul).
Paul Ray diz que alternativa à injeção letal é ‘forma mais humana’ de matar. Utah aboliu sistema em 2004, mas última execução do tipo foi em 2010.
Processo trouxe tensões com Igreja Ortodoxa Russa, segundo cardeal. Proibidas, igrejas católicas sofreram críticas ao ressurgirem no Oriente.
Dois dos sete réus confirmam terem participado nos raptos no julgamento que decorre em Luanda.
O Jornal de Angola volta hoje a criticar, em editorial, o estado das relações com Portugal, pelo segundo dia consecutivo, exigindo um "esclarecimento urgente" de Lisboa e centrando-se nas críticas assíduas do deputado socialista João Soares.
A oposição angolana diz que o novo Orçamento do Estado colocará "nas mãos" do Presidente mais de 15 mil milhões de euros para gestão direta, sem fiscalização. A concretizar-se, seria um "atentado ao Estado de Direito".
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) acusa o Executivo angolano de colocar nas mãos do Presidente José Eduardo dos Santos, para gestão direta, sem fiscalização do parlamento, mais de 15 mil milhões de euros.