A Sonip entregou a pasta do programa habitacional angolano à Imogestin que se confronta com problemas em gerir as centralidades conforme morador do Nova Vida.
Um ataque promovido hoje (7) nos escritórios do jornal satírico francês Charlie Hebdo fez 12 mortos, segundo o Ministério Público de Paris. Informações anteriores, da câmara municipal de Paris e da polícia, davam conta de pelo menos um morto e seis feridos em estado grave.
O petróleo negociado nos Estados Unidos para entrega em fevereiro registou uma forte queda, de cerca de 5%, o que colocou o preço do barril abaixo dos 50 dólares.
A Polícia Nacional de Angola admitiu hoje a existência de mais de meio milhão de imigrantes ilegais no país, classificando a situação como uma "invasão silenciosa" e garantindo prioridade no combate ao problema.
Pela primeira vez foi feita uma homenagem pública a centenas, senão milhares, de pessoas mortas pelas autoridades governamentais por ocasião onda de repressão que se seguiu às eleições de 1992 quando o país caminhava de novo para a guerra.
Receia-se que as dificuldades económicas previstas para 2015 afetem áreas cruciais como a saúde, a educação e o combate à pobreza.
O Centro de Integridade Pública (CIP), citado pelo jornal O Crime, revela que os deputados da Assembleia Nacional têm estado a apropriar-se indevidamente dos 134 mil kwanzas, atribuídos pelo Estado para o pagamento de salários dos motoristas que transportam os parlamentares.
A UNITA, a segunda força política do país, prepara-se para mudar a história da governação do país, 40 anos depois da Independência Nacional, em que o país é liderado pelo MPLA, desde 1975. Quem o diz é o secretário provincial do Huambo, Liberty Chiyaka.
São poucas as vezes que não nos sentimos aborrecidos quando nos despertam às pressas de um profundo sono. Cheguei à conclusão que, às vezes, somos mais felizes quando estamos a dormir e temos a possibilidade de sonhar com coisas boas, o que tem acontecido com pouca frequência, provavelmente devido às experiências que vivemos na vida real.
Pelo segundo dia consecutivo a polícia angolana impediu uma manifestação em Malanje a favor do restabelecimento do 4 de Janeiro como feriado nacional.