Um projeto privado angolano, orçado em 4,2 bilhões de euros, prevê a construção de 60.000 habitações sociais em dez províncias do país, segundo o contrato de investimento a que a Lusa teve hoje acesso.
Polícia angolana estima que mais de meio milhão de ilegais estejam no país e pelo facto fala de "uma invasão silenciosa". Decorrem expulsões e detenções, mas também denúncias de violência contra os supostos ilegais.
Joaquim Luciano espancou a esposa, Teresa Dinis, até à morte. O acto aconteceu na aldeia da Sanga, comuna do Condé, município do Ebo (Cuanza-Sul). Segundo testemunhas, o agressor estava em estado de embriaguez, tendo sido imediatamente encaminhado às autoridades policiais.
Numa fase em que os ânimos dos cidadãos comuns parecem acirrados por causa do aumento do preço dos combustíveis, José Severino, presidente da Associação Industrial de Angola, é um dos poucos líderes associativos que tem dado a cara apoiando a retirada paulatina dos subsídios que tornavam a gasolina, gasóleo e o petróleo mais baratos.
Cinco cidadãos que laboravam no Departamento de Identificação Civil da cidade de Saurimo, província da Lunda Sul, foram expulsos pela prática de falsificação de bilhetes de identidade.
"Bem aventurado o perseguido por praticar a justiça" disse o bispo para quem a pobreza de Angola não se pode justificar por alegada falta de dinheiro.
Koffi Olomidé está em Luanda para um espectáculo no sábado, no Cine Atlântico, a partir das 21 horas, depois do último espectáculo do ano passado e o primeiro desse ano realizado na cidade de Saurimo, Lunda Sul, que marcou a passagem de ano do músico congolês.
Lisboa - A Federação das Associações Angolanas em Portugal (FAAP) mostrou-se “indignada” com o assassinato do cidadão angolano, Lee dos Santos, ocorrido, este domingo, no estabelecimento prisional do Linhó, em Sintra (distrito de Lisboa), onde estava preso desde 2011.
Com o encerramento do Angolense, um jornal tradicionalmente incómodo ao regime de Angola, o Folha 8 teme que as ameaças e perseguição de que tem sido alvo subam de tom.
A Renamo acusou hoje o Governo moçambicano de estar a movimentar forças e a abrir novas posições militares em regiões onde tem concentrados os seus homens para desmilitarização, classificando a situação de "intimidatória e ameaça à estabilidade" do pais.