A Economist Intelligence Unit reviu em baixa a previsão de crescimento para Angola, prevendo agora que a economia cresça apenas 3,9% este ano, face a uma previsão inicial de 4,4%, devido aos preços do petróleo.
O novo arcebispo de Luanda, Filomeno Vieira Dias, transmitiu hoje uma mensagem de “diálogo” e de “simplicidade”, para concretizar durante o ministério que agora inicia na Igreja Católica da capital angolana.
Em 2017 teremos as eleições mais disputadas e decisivas para o MPLA e continuidade de José Eduardo dos Santos, presidente da República de Angola a frente dos destinos do país.
De notas entre os dedos, a chamar clientes, passam os dias sentadas na rua aguardando por dólares para trocar, mas nunca a vida das 'kinguilas' de Luanda esteve tão difícil, sem divisas para alimentar o mercado informal e um negócio que cria famílias inteiras.
"Já tivemos muito mais liberdade do que agora", disse o director do Semanário Angolense, Salas Neto.
O “aperto” financeiro em Angola, resultado da queda das receitas do petróleo, começa já a fazer-se sentir. Os bancos angolanos, que contam agora com menos moeda estrangeira, já começaram a informar os clientes de restrições severas a transferências financeiras e uso de cartões de crédito.

O Banco Nacional de Angola e o Governo estão a estudar medidas para "mitigar" os efeitos da redução da cotação internacional do petróleo, face aos constrangimentos no acesso a divisas que se registam no país.
Hoje falar de oposição, apesar de “desindinheirados” (leia-se sem dinheiro), representa na verdade falar do único partido vivo extra parlamentar Bloco Democrático, dos descuidados jovens revolucionários deveras corajosos sem me esquecer de citar alguns intervencionistas políticos que agem a contra ponto aos subversivos achaques da politica diversionistas do MPLA.
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder desde 1975, anunciou hoje que pretende levar em 2015 ao parlamento um plano com as tarefas necessárias à realização das primeiras eleições autárquicas no país, ainda por agendar.
O novo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais Júnior, disse hoje que os "fundamentos macroeconómicos" do país "mantêm-se sólidos e sob controlo", apesar das dificuldades provocadas pela queda da cotação internacional do petróleo.