Quando pensávamos que o bom do Francisco Mendes Mendes tinha atingido o pico da perfeição e oportunidade de serviço público com o debate da semana passada sobre a Constituição, eis que nos surpreende pela positiva com o desta semana que foi ainda «mais curioso». Com uma particularidade interessantíssima: os representantes do MPLA e do Executivo foram batidos em toda a linha. Com um discurso claro, coerente e realista, Raúl Danda, Lindo Bernardo Tito e Benedito Daniel mostraram porquê a Oposição acha que a referida proposta está eivada de inconstitucionalidades.
Marta dos Santos é uma das devedoras a quem o BES Angola “perdeu o rasto”, garante Paulo Morais, da Associação Transparência e Integridade.
O ex-presidente do BES Angola invocou o sigilo bancário angolano para não revelar nomes de devedores da instituição, apesar das insistentes perguntas dos deputados.
A demora na concessão das licenças de condução e as proibições de circulação nas principais vias do Lubango motivaram a manifestação.
O Governo angolano prevê um endividamento público para 2015 a rondar os 20 bilhões de dólares (17,6 bilhões de euros), a captar também junto de investidores privados pagando juros que chegam aos sete por cento.
O Banco Nacional de Angola (BNA) acusou os bancos comerciais de estarem a privar os seus clientes da utilização e movimentação dos seus recursos, negligenciando a existência de um vínculo contratual estabelecido entre as duas partes.
A oposição defendeu hoje o consenso político e a criação de uma base de desenvolvimento sustentável para que o país deixe de estar vulnerável às flutuações do preço do petróleo, como na crise financeira actual.
Rui Guerra, presidente do BESA que sucedeu a Álvaro Sobrinho, admite que não foram detetados todos os beneficiários últimos (acionistas) dos créditos que beneficiaram da garantia soberana de Angola.
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA, NA 31ª REUNIÃO DO CONSELHO DA REPÚBLICA Luanda, 10 de Fevereiro de 2015
O empréstimo de 500 milhões de dólares que Angola está a negociar com o Banco Mundial vai obrigar Luanda a rever os subsídios aos combustíveis e o aumento do preço, que tem um "efeito provável no aumento da pobreza".