O Presidente angolano realçou hoje a responsabilidade de o novo governador do Banco Nacional de Angola (BNA) colocar a banca nacional ao nível dos padrões exigidos internacionalmente, classificando José de Lima Massano como "homem íntegro e trabalhador".
Petrolífera garante estar a trabalhar para honrar as obrigações. Estar impedida de carregar o petróleo a que tem direito ou ser excluída dos blocos são as sanções possíveis para os parceiros do grupos empreiteiros em falta.
A multinacional francesa Total anunciou que pagou ao Estado angolano, durante o terceiro trimestre de 2017, cerca de 200 milhões de dólares (170 milhões de euros) para "resolver" um diferendo fiscal.
O País ficou a conhecer esta semana a estratégia económica de curto prazo do Governo, plasmada no "Plano intercalar (Outubro 2017 a Março 2018) - medidas de políticas e acções para melhorar a situação económica e social".
Por Carlos Rosado de Carvalho
Ainda não percebi onde os angolanos vão sempre buscar os seus excessos de confiança até mesmo perante factos mal simulados para vender ilusões, que não merecem confiança e nem o mínimo de credibilidade.
Por Fernando Vumby
O MPLA, enquanto partido que governa Angola há 42 anos, confronta-se hoje com um grande dilema. Como promover mudanças sociais e, ao mesmo tempo, proteger os interesses dos grupos dominantes?
Por D. Quaresma dos Santos
O 1.º de Agosto revalidou este domingo o título de campeão angolano, vencendo na penúltima jornada do campeonato, em Luanda, os aviadores do ASA, por 1-0, conquistando o 11.º Girabola da sua história
O Novo Aeroporto Internacional de Luanda, em construção desde 2004 por empreiteiros chineses nos arredores da capital angolana, só deverá iniciar a operação em 2019, um atraso de dois anos face à previsão anterior, justificado com dificuldades financeiras.
O comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, disse hoje (sábado) que a corporação vai reforçar a presença policial em Luanda para coibir casos de raptos, furtos e assassinatos.
Apesar de o mercado só acusar os efeitos da quebra nos níveis de produção de cimento no país a partir de finais do segundo trimestre deste ano, com os preços a subirem em todo o país, as causas do problema remontam a 2014 e estão associadas à queda do preço de petróleo bruto no mercado internacional, que levou o Executivo a eliminar as subvenções dos preços dos combustíveis, revela a Associação da Indústria Cimenteira de Angola (AICA).