O economista Fernando Heitor propôs ontem a redução, no Orçamento Geral do Estado das despesas pouco produtivas (como a compra de carros, viagens e realização de banquetes)e a racionalidade na utilização dos recursos do país.
O Natal em Angola ainda motiva famílias e empresas a distribuir cabazes, vendidos por estes dias, em Luanda, apesar da crise, a preços entre os 40 e os 200 euros, chegando os mais caros aos 38.000 euros.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, manifestou hoje disponibilidade desta formação para uma concertação direta com o MPLA, força política no poder em Angola, e o Estado, para a concretização da reconciliação nacional.
A administração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), liderada desde novembro por Carlos Saturnino, após a exoneração de Isabel dos Santos, anunciou hoje que iniciou uma auditoria para aferir a situação da petrolífera estatal.
O Presidente João Lourenço, tem o perfil equiparável à Barack Obama, um Presidente que quando ascendeu ao poder foi ignorado por muitos, mas que seus feitos transcendem as expectativas públicas. O presidente João Lourenço, fará face à corrupção, fará face ao tribalismo, fará face ao marginalismo, fará face à delinquência infanto – juvenil, fará face à crise cambial que asfixia a economia angolana, fará face à crise económica de mercado, fará face ao regionalismo, fará face a degradação caótica do sistema de ensino público e privado, implementando para Angola novos paradigmas do ensino que tenham de impor qualidade, rigor e seriedade, fará face à impunidade judiciária, fará face à desigualdade nos termos da equidade dos recursos disponíveis em Angola, fará face ao gritante sistema de saúde Angolano que chama de forma fervorosa em gesto de socorro aos agentes políticos, fará face a pobreza, restaurará a melhoria da qualidade de vida do cidadão, dará para Angola um novo rosto, dará para o angolano a dignidade de ser chamado angolano, o Presidente João Lourenço, é na verdade o verdadeiro “BARACK OBAMA de Angola”.
A direcção do MPLA ainda não decidiu sobre a realização de um congresso extraordinário, tendo em vista o anúncio do líder do partido, José Eduardo dos Santos, de abandonar a vida política activa no próximo ano.
A recuperação económica e a diversificação da economia, entre a continuada crise petrolífera, voltam a centrar, em 2018, as previsões para Angola, agora governada por João Lourenço, perante a dúvida da continuidade de José Eduardo dos Santos na liderança do MPLA.
Pouco mais do que estáticas, as exonerações e nomeações que João Lourenço acaba de fazer estão longe das expectativas da sociedade.. Mas é no judiciário que, pelos vistos, a porca torce o rabo, dando azo a todo tipo de reticências.
Especialistas angolanos consideram que a Procuradoria-Geral da República (PGR) devia investigar a acusação de Rafael Marques contra Isabel dos Santos, segundo a qual a empresária terá desviado da Sonangol mais de 135 milhões de dólares usando o banco BIC.
A avalancha de exonerações decretadas pelo Presidente da República, João Lourenço, desde que assumiu o poder, a 26 de Setembro, não atingiram o presidente do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola, José Filomento dos Santos, Zenu, porque está em curso uma investigação às contas da instituição, avança a revista Jeune Afrique.