Para mostrar a ignorância popular relativamente a vida política, o filósofo francês Joseph-Marie Maistre tornou célebre a seguinte frase: “cada povo tem o governo que merece”.
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que os objetivos de crescimento económico e défice orçamental expressos no Orçamento de Angola para o próximo ano são "altamente ambiciosos" e que o início positivo de João Lourenço não chega.
Os números manuseados pelo departamento ministerial de AugustoTomás devem ser dos mais elásticos que se conhecem no país. Mudam a todo o instante. De sorte que nunca se sabe a quantas se anda em matéria de transparência nos dossiers ligados ao Ministério dos Transportes, seja em relação a aquisições de autocarros, como de locomotivas ou mesmo aviões.
A aprovação de uma nova Constituição é uma “refundação” da república.
JES tinha 2 mandatos a contar de 2012. Não concorreu em 2017 por decisão própria. Porquê?
Angola enfrenta há pelo menos uma semana a escassez de combustível. Em Luanda, as estações de gasolina têm registado longas filas de automobilistas, todos aguardando a chance de abastecer os seus carros, segundo apurou a agência de notícias AFP.
O denominado "Governo das Terras Livres de Angola", que a UNITA estabeleceu nas Lundas durante a guerra civil, permitia ao partido do "Galo Negro" arrecadar cerca de quatro milhões de dólares semanais com a cobrança de impostos, revelou Isaías Samakuva.
Marginais munidos de metralhadoras do tipo AKM assassinaram a tiro, em Luanda, num espaço de duas semanas e em locais diferentes, dois agentes de segunda classe, quando estavam no cumprimento da missão de manter a ordem e a tranquilidade públicas.
A crise continuou a marcar o dia-a-dia da generalidade dos angolanos em 2017, embora a esperança de mudança e de mais oportunidades provocada pelo novo Governo seja a tónica dos discursos de fim de ano.
A Procuradoria-Geral da República anunciou a criação de uma “comissão de inquérito” para apurar a veracidade das denúncias apresentadas pelo jornalista Rafael Marques de Morais acerca dos fuzilamentos de jovens supostamente delinquentes.
Vivemos um clico inteiramente novo em que ecoam por todo o Mundo sinais convergentes da necessidade urgente e vital de os Estados combaterem crimes económicos e financeiros. Na verdade, estes “fenómenos” tendem a ressurgir, nos dias de hoje, com alguma agressividade a julgar pela disseminação de paraísos fiscais e tentam prosperar ali onde encontram terreno fértil.