O ex-delegado da Justiça e antigo vice-governador do Uíge para a Área Social, Miguel Kutoca, está detido desde segunda-feira, acusado pelo Ministério Público do crime de peculato.
Uma delegação multidisciplinar partiu hoje à cidade de Luena, província do Moxico, para iniciar o processo de exumação e comprovação da autenticidade das ossadas do líder histórico da UNITA, Jonas Savimbi.
A empresária Celeste de Brito, a primeira dos quatros réus angolanos interrogados no caso "Burla Tailandesa", negou ter falsificado um documento do Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, que autoriza a entrada de quatro tailandeses para investir em Angola.
O ex-comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, Alberto Domingos Mendes Machado, foi condenado hoje, quarta-feira, pelo tribunal provincial do Namibe, na pena única de 16 anos de prisão maior pelo crime de peculato.
O Instituto Angolano das Comunicações (Inacom) declarou, nesta quarta-feira, que o aumento dos preços de quatro pacotes da distribuidora de canais de televisão por satélite (ZAP), a materializar a partir de 26 de Fevereiro, "constituiu violação à Lei".
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, anunciou hoje que vai submeter ao Tribunal Constitucional um pedido de apreciação da constitucionalidade do acórdão que proíbe a Assembleia Nacional de fiscalizar os atos do executivo.
A consultora Eaglestone considerou hoje que este ano será determinante para se ver "se Angola consegue virar a página e voltar a crescer", depois de três anos consecutivos em que o crescimento económico foi negativo.
O padre Félix Gaudêncio lamentou hoje a "preocupante situação" da seca e fome, na província angolana do Cunene, que afeta milhares de pessoas, defendendo "soluções urgentes" como construção de reservatórios de água.
A consultora Fitch Solutions previu hoje que o crescimento da economia de Angola atinja os 2,2% em 2019, depois de ter enfrentado mais uma recessão de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2018, o terceiro consecutivo.
O deputado angolano Manuel Rebelais faltou, nesta terça-feira, a um interrogatório no Departamento Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) da Procuradoria-Geral da República, onde deveria ser ouvido no âmbito de um processo movido contra si, em 2018.