O ministro dos Recursos Naturais e Petróleos, Diamantino Pedro Azevedo, afirmou hoje que Angola “caminha no sentido contrário aos monopólios” e defendeu a transparência como meio de captar mais investimento privado.
O Governo angolano salientou hoje que os Estados "não podem ignorar ou restringir" a obrigação de proibição absoluta da tortura ou maus tratos "mesmo em tempo de guerras" ou outras "emergências que ameacem a vida humana".
A empresária angolana Isabel dos Santos sublinhou a importância do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA), afirmando que está a trabalhar com agentes externos, segundo um artigo hoje publicado pela revista financeira britânica Global Banking & Finance Review.
Algumas das viaturas que ficaram mais de quatro anos retidas em diversos parques no Cunene, por força dos decretos presidenciais que proibiam a entrada ao país de automóveis ligeiros com o tempo de uso superior a três anos, bem como a circulação de veículos com volantes à direita, estão a ser comercializadas na República Democrática do Congo (RDC) e na Zâmbia
Programa de privatizações lançado por João Lourenço afeta 195 empresas, algumas com capital português. Caixa Geral de Depósitos, Mota-Engil e Galp são algumas das que detêm participações nas firmas.
Já se passaram seis meses desde que o banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC) foi encerrado e os trabalhadores clamam pelos pagamentos dos seus honorários que não estão a ser pagos desde Fevereiro do corrente ano
Essa história cheira-me á bagre fumado Bornito matar seu pai por ser da FNLA?
Não quero meter aqui a minha mão no fogo em defesa de Bornito de Sousa que conheço pessoalmente, desde os tempos quando ainda nos olhávamos de cima para baixo e não debaixo para cima. Embora essa Angola tenha sido hoje transformada pelos que governam o pais quase 50 anos.
Uma denúncia à Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE) levou à detenção de um efectivo da Polícia Nacional, acusado de extorquir dinheiro a jovens que faziam serviço de táxi, em Viana.
Nome importante para a música brasileira, Martinho da Vila acredita que mesmo em 2019, 131 anos pós abolição da escravatura, os negros do país enfrentam grandes desafios no cotidiano. Um deles é a busca por emprego. “Arranjar emprego é difícil ainda. Tem empresa nacional que ainda não contrata negros”, define o compositor.
Ministério do Ambiente de Luanda diz que fogos registados em Angola resultam de queimadas de capim e produção de carvão vegetal. Podem não ser boas práticas mas são habituais e controláveis, sem comparação com a Amazónia.