O Presidente da República de Angola, João Lourenço, apelou hoje ao setor privado nacional para que assuma "as suas responsabilidades" e reocupe o seu lugar na economia, defendendo que o Estado deve ter uma função meramente "reguladora".
A Polícia Nacional já está a investigar as suspeitas de envolvimento de funcionários bancários nos crimes violentos que têm ocorrido junto de várias dependências bancárias em Luanda.
Entidades fecharam semana a pedir mais kwanzas por cada euro e dólar "despachados" a clientes face aos preços dos concorrentes. A 21 de Novembro, o BPC vendia euro a uma taxa de 573,6 kwanzas enquanto BCH pedia 498,2 por dólar. Divisas custaram menos no BDA e no Banco Prestígio.
A condenação do general José Maria “cheira a vingança” disse o deputado independente pela CASA CE Makuta Nkondo que critcou também o novo líder da UNITA Adalberto Costa Júnior como “um dirigente cheio de blá blá blá”.
O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola esclareceu que o ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos “Zenu”, não solicitou assistência judiciária, mas, sim, a nomeação de um defensor oficioso, devendo, por esta razão, ser o próprio a pagar pela sua defesa e não o Estado.
O vazamento de documentos que devem estar cobertos pelo segredo de justiça ou sigilo profissional não contribui para a boa administração da Justiça e descredibiliza os tribunais, afirmou, ontem, em Luanda, o bastonário da Ordem dos Advogados de Angola.
O governador do Cuanza Sul, Job Capapinha, defendeu hoje as potencialidades agrícolas desta província angolana, apelando à definição de uma estratégia que permita a expropriação das fazendas sem atividade.
O general "Zé Maria" foi esta sexta-feira condenado a três anos de prisão efectiva pelos crimes de extravio de documentos militares de carácter confidencial. O ex-chefe do Serviço de Informação e Segurança Militar (SISM) foi absolvido do crime de insubordinação "porque na data dos factos já tinha passado à reforma".
O Supremo Tribunal Militar de Angola considerou que 200 antigos membros da 23ª Companhia de Comandos foram transferidos ilegalmente para uma empresa de segurança privada “Teleservice” na “Região Leste” por ordem de generais envolvidos em operações mineiras.
Um consórcio de jornalistas de investigação avançou hoje que a antiga ministra das Pescas de Angola Victória de Barros Neto e o seu filho, João de Barros, beneficiaram de proveitos ilegais decorrentes do acordo de pescas entre Angola e Namíbia.