Jamais se colocou uma oportunidade tão efectiva para se discutir a necessidade de reformas na Casa de Segurança do Presidente da República como esta que se põe agora. O que João Lourenço fez até hoje, empurrado pelo escândalo do ‘caso Lussaty’, pode fixar no máximo um ponto de partida.
Deu para perceber o tamanho da ignorância que ainda existe. Hoje uma nação inteira se mostra eletrizada é surpreendida pela quantidade de dinheiros mostrados porque interessa mostrar. Enquanto, o escondido por quem os mostra nunca se sabe a quantia certa e nunca se vai saber, senão quando este regime for deposto.
Regresso, do ex-presidente, José Eduardo dos Santos, para Angola, pode agitar as coisas, no seio, dos do MPLA, a desfavor do general, João Lourenço, no congresso, do partido dos camaradas, a ter lugar em dezembro próximo, em Luanda.