O Governo angolano prevê um endividamento público para 2015 a rondar os 20 bilhões de dólares (17,6 bilhões de euros), a captar também junto de investidores privados pagando juros que chegam aos sete por cento.
O Banco Nacional de Angola (BNA) acusou os bancos comerciais de estarem a privar os seus clientes da utilização e movimentação dos seus recursos, negligenciando a existência de um vínculo contratual estabelecido entre as duas partes.
A oposição defendeu hoje o consenso político e a criação de uma base de desenvolvimento sustentável para que o país deixe de estar vulnerável às flutuações do preço do petróleo, como na crise financeira actual.
Rui Guerra, presidente do BESA que sucedeu a Álvaro Sobrinho, admite que não foram detetados todos os beneficiários últimos (acionistas) dos créditos que beneficiaram da garantia soberana de Angola.