Quarta, 01 de Fevereiro de 2023
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Destaque (420)

A Transparência Internacional (TI), a organização não-governamental (ONG) responsável pela elaboração do Índice de Percepção da Corrupção (CPI, na sigla inglesa) no mundo, mostra-se preocupada com o modo como as autoridades angolanas têm executado as políticas de combate à corrupção, alertando para indícios de motivações políticas.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) angolano deteve um polícia, que acusou, numa denúncia pública, oficiais superiores daquele órgão do Ministério do Interior de estarem envolvidos em tráfico de droga.

O Presidente angolano, João Lourenço, nomeou o seu irmão, Serqueira João Lourenço, para o cargo de chefe adjunto da casa militar da Presidência da República. Será mais um caso de nepotismo?

Ativistas criticaram hoje o “silêncio” do governo da província de Luanda sobre o comunicado da “marcha pela justiça e liberdade”, remetido há uma semana, garantindo, no entanto, uma “marcha pacífica”, no sábado, “com ou sem” a presença da polícia.

Hélder Pitta Gróz renunciou ao cargo de procurador-geral da República depois de uma atitude que foi vista no Palácio da Cidade Alta como de quebra de confiança na relação com o chefe de Estado.

O Grupo Parlamentar da UNITA comprometeu-se, nesta segunda-feira, em retirar o processo no Tribunal Constitucional (TC) sobre a impugnação da resolução que nomeou um deputado do MPLA como 2º vice-presidente da Assembleia Nacional.

O Presidente angolano exonerou hoje o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, António Santos, e nomeou em sua substituição Altino dos Santos.

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos destacou hoje o "interesse crescente do investimento norte-americano no mercado angolano", numa conversa com o Presidente de Angola, a quem transmitiu o apoio dos EUA pela procura de soluções para conflitos regionais.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Portugal confirmou hoje buscas do Ministério Público (MP) a empresas de consultadoria e a uma entidade bancária, a pedido das autoridades angolanas.

O executivo angolano recuperou já 5 mil milhões de dólares (4,6 mil milhões de euros) de ativos retirados ilicitamente do país, enquanto aguarda decisões judiciais relativas a bens no valor de 21 mil milhões (19,4 mil milhões de euros).

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