O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, destacou hoje como exemplos a tirar por Angola das eleições portuguesas os múltiplos debates entre candidatos, “com uma pluralidade absoluta” e num ambiente “completamente democrático”.
O líder da UNITA denunciou hoje, em Luanda, que esta organização política tem sido alvo nas redes sociais "de uma campanha dirigida" que tenta "vender a ideia" de que o partido foi comprado.
O maior partido da oposição desafia o Executivo a convidar os seus parceiros da União Europeia (UE) a enviarem observadores eleitorais para Angola no decurso do próximo processo eleitoral que terá lugar em finais de 2027.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, elegeu o ano de 2026, como da consolidação da Ampla Frente Patriótica para a Alternância do poder em Angola,que "vai construir pontes entre ideias e pessoas".
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, pediu ao conselho da presidência, que integra militantes históricos do partido, "entrega absoluta", tendo em vista a preparação das eleições de 2027, uma vez que "não há tempo a perder".