O conselho de administração do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) desvalorizou hoje a decisão de um tribunal britânico que, no fim de julho, ordenou o desbloqueamento de 3.000 milhões de dólares que a Quantum Global geria.
Depois dos diamantes, do projeto do Porto da Barra do Dande e da Barragem de Caculo Cabaça, agora parece ter chegado a vez de João Lourenço ‘atacar’ a participação de Isabel dos Santos na Efacec.
As empresas diamantíferas em Angola vão poder passar a vender livremente até 60% da produção, de acordo com a nova Política de Comercialização de Diamantes, que acaba com o anterior regime de Clientes Preferenciais.