A empresa sul-africana De Beers, que mantém desde 2014 uma presença residual em Angola, está a considerar investir novamente no país, intenção que surgiu após as recentes alterações na legislação do setor diamantífero angolano.
Operadora pública diz que não mexeu nas tarifas e atribui subida nominal dos preços ao câmbio flutuante e aos custos operacionais. A reclamações de clientes responde que políticas não mudam sem “um estudo aprofundado”.
O Brasil quer atingir novamente os 4.000 milhões de dólares no comércio bilateral com Angola, valor registado na primeira década do século, estando atualmente em um quarto desse montante, disse hoje à agência Lusa fonte diplomática brasileira.