O presidente da FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola), Nimi-a Simbi, admitiu hoje que poderá recandidatar-se à liderança do partido, que considerou estar unido apesar de enfrentar "dificuldades".
Partidos da oposição angolana enfrentam tensões internas numa altura em que o país está prestes a entrar num ano pré-eleitoral. FNLA é acusada de sabotagem e Bloco Democrático enfrenta ação no Tribunal Constitucional.
O militante histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Ngola Kabango, manifestou o seu apoio à ascensão de uma liderança jovem no próximo congresso do partido, considerando o rejuvenescimento um passo essencial para manter viva a chama do antigo movimento de libertação nacional.
O histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) Ngola Kabangu considerou que valeu a pena a luta pela independência, apesar dos “muitos erros” cometidos pelos “mais velhos”, que agora os jovens precisam corrigir para se formar uma nação.
O presidente da FNLA, Nimi a Simbi, pode ser destituído do cargo, caso não convoque, até 20 Novembro deste ano, as reuniões do Bureau Político e do Comité Central do partido.