A UNITA apontou hoje discrepâncias de mais de 500 mil votos nas eleições angolanas e afirmou que 347 mil foram subtraídos ao maior partido da oposição, alterando, a seu favor, os resultados anunciados pela Comissão Nacional Eleitoral (CNU).
O secretariado do Bureau Político (BP) do MPLA analisou, nesta segunda-feira, as propostas para o enquadramento dos futuros deputados à Assembleia Nacional, no quadro da legislatura 2022/2027.
A CNE angolana pediu hoje ao Tribunal Constitucional (TC) para indeferir os recursos contenciosos da UNITA, Bloco Democrático (BD) e da coligação CASA-CE, "por falta de provas e sustentação legal", e que valide os resultados definitivos das eleições.
Ativistas angolanos apelaram hoje à recontagem dos votos e à não validação dos resultados das eleições de 24 de agosto pelo Tribunal Constitucional, anunciando manifestações “ininterruptas” caso não seja atendidas as suas reivindicações.
O jornalista angolano e analista político, Graça Campos, em referência aos pronunciamentos deste domingo 04, de João Lourenço, presidente do MPLA e candidato reeleito a presidente da República, segundo a CNE, observou que a mensagem colocou em causa o poder de decisão tanto da CNE quanto do Tribunal Constitucional.
A Autoridade Nacional de Inspeção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA) angolana negou uma "subida significativa de preços" de produtos da cesta básica, sobretudo do frango e arroz, referindo que denúncias derivam de "ações de açambarcamento" de comerciantes.
O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) começou hoje a publicar online cópias das atas assinadas das assembleias de voto, num momento em que o partido reivindica a vitória, contrariando a Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
A UNITA anunciou hoje que o Tribunal Constitucional (TC) de Angola vai apreciar o seu pedido para que seja declarada a ineficácia da ata dos resultados eleitorais definitivos aprovada em 28 de agosto.
O Presidente João Lourenço enfrenta as tarefas hercúleas de consertar a economia de Angola e conquistar a sua juventude desiludida ao entrar no seu segundo mandato com um apoio dizimado, dizem analistas à AFP.
As Forças Armadas Angolanas estão desde hoje e até às 08:00 de 20 de setembro em “estado de prontidão combativa elevada” para evitar incidentes e “proporcionar a manutenção da defesa e segurança” após as eleições, sobretudo na província de Luanda