O analista político e jornalista angolano, Ilídio Manuel, considera que a nomeação do general Helder Pitta-Goz (HPG) para o cargo de PGR, mesmo não tendo sido o candidato mais votado, constitui uma prova de que PR goza de poderes discricionários, ao ponto de subverter a “vontade” das urnas, e que as eleições nos tribunais superiores são uma mera fachada ou, antes, um exercício quase que inútil.
A capital angola Luanda acolheu nesta quarta-feira, 26, um debate organizado pelo Observatório de Imprensa e de Comunicação sobre o sistema político vigente no país.
O Governo angolano vai criar um Plano Estratégico de Intervenção nos Edifícios Degradados, cuja implementação estará à cargo de uma comissão multissetorial, assumindo a existência de edifícios com evidente falta de manutenção preventiva e corretiva, foi hoje anunciado.
O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Angola, Marcos Souto, elogiou hoje os esforços do Governo angolano para a estabilidade económica, apesar de haver "muito trabalho a ser feito”.
O ministro da Economia e Planeamento disse hoje que Angola perspetiva para 2023-2027 um crescimento de 3,6%, com um desempenho positivo inicial do setor petrolífero e queda a partir de 2025, "tendo em conta as reservas provadas"
A ministra das Finanças angolana disse hoje que o Governo está consciente de que “ainda há trabalho a fazer” para que as políticas se reflitam diretamente na vida dos cidadãos.
O procurador-geral da República (PGR) angolano, Hélder Pitta Gróz, reconheceu hoje que o cargo que exerce tem uma "forte componente política", mas disse que o facto de receber orientações é um "falso problema".
A CITIC Construction, subsidiária do CITIC Group da China, assinou um acordo com a administração municipal de Belas em Luanda, capital de Angola, para ceder sua escola de formação profissional como abrigo temporário para famílias afetadas pelas fortes chuvas que atingiram a região na semana passada.
O ministro de Estado da Coordenação Económica angolano disse hoje que Angola tem de continuar a crescer economicamente para resolver “grandes problemas sociais”, com realce para as “altas taxas de desemprego”, prevendo um crescimento de 3,3% este ano.
O governo angolano acompanha “com muita preocupação” a situação política e de segurança no Sudão e informou que tem em curso diligências para a retirada de cidadãos nacionais, dez dos quais já a caminho de outros países.