O líder da UNITA defendeu hoje que a revisão constitucional deve trazer “melhores oportunidades” aos angolanos em vez de “convites a golpes de Estado institucionais”, sublinhando que o partido descarta a possibilidade de um terceiro mandato presidencial.
O antigo responsável da UNITA na província de Benguela, Adriano Sapiñala, foi empossado este sábado, 13 de maio, como o novo secretário provincial do partido do Galo Negro em Luanda. Adalberto Costa Júnior instou a UNITA a trabalhar mais para que o partido possa ser alternância em 2027.
Em Angola, um terceiro mandato presidencial implicaria a "alteração da ordem social e constitucional", avalia o jurista Agostinho Canando após declarações do Presidente João Lourenço sobre uma eventual recandidatura.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) identificou, em Março deste ano, oito crimes praticados pelo juiz-conselheiro presidente do Tribunal Supremo, tendo, num desses ilícitos criminais, contado com o concurso de um memorando rubricado por Joel Leonardo e pelo ex-ministro da Justiça e dos Direitos Humanos Francisco Queiroz.
O valor acrescentado bruto (VAB) da produção industrial em Angola cresceu 0,8% em 2021, abaixo da média e em contraciclo com a região da Árica subsaariana que aumentou 4,8%, referiu hoje um especialista de uma consultora.
A família de Jonas Savimbi, fundador da UNITA, recorreu à ajuda do ex-líder do partido, Isaías Samakuva, para “contactos formais” junto do Presidente angolano, com vista a desbloquear a criação de uma fundação, revelou fonte familiar.
O cadastramento do extinto Batalhão de Transportes da Casa Militar do Kuando Kubango e da companhia de Transportes da Casa Militar do Kwanza-Sul criados por iniciativa do general Eusébio de Brito Teixeira, apurou a existência de 234 efectivos legais, ao contrário do registo de 3.005 militares.
Depois de ter conseguido levar ao colo o juiz “Manico”, o candidato preferido do regime para ocupar o cargo de presidente da CNE, o ainda presidente do Tribunal Supremo, foi esta semana competentemente travado no Tribunal de Contas (TdC), considerou o analista político, Ilídio Manuel.
Ainda que o presidente do MPLA, se socorra de uma eventual intervenção extrainstitucional, o presidente do MPLA, João Lourenço, não encontrará respaldo constitucional que o legitime a obter um terceiro mandato. Mesmo recorrendo aos préstimos das (FAA) forças armadas de Angola, o presidente do MPLA João Lourenço, será constitucionalmente barrado para um terceiro mandato.
A criação da fundação Jonas Malheiro Savimbi dominou o encontro entre o Presidente da República, João Lourenço, e o ex-líder da UNITA, Isaías Samakuva.