A UNITA questionou hoje os receios em torno da sua iniciativa de destituir o Presidente angolano, negando quaisquer objetivos de golpe de Estado e sublinhando que esta é uma escolha do povo e não uma questão partidária.
O presidente do conselho de administração da Endiama, diamantífera estatal angolana, disse hoje que o mercado dos diamantes não está numa boa fase porque “os preços baixaram substancialmente”.
A temática sobre a frota de viaturas protocolares e de apoio fornecidas e assistidas pelo Estado e seguranças dominou, esta quarta-feira, a discusão da Proposta de Lei sobre o Estatuto dos Antigos Presidentes da República.
A Fundação Sagrada Esperança (FSE) e o Grupo ALCAAL Angola assinaram, esta terça-feira, em Luanda, um Memorando de Entendimento para a reconstrução do Hotel Panorama, cujo investimento ronda os USD 50 milhões ( 41,2 mil milhões de kwanzas).
Ireno Nambalo, do Grupo Parlamentar do MPLA, diz que o seu partido não se sente intimidado pelos factos evocados pela oposição, e garante apoio incondicional à João Lourenço.
O Presidente angolano rescindiu os contratos com as empresas Quenda e Cipro que iriam fornecer equipamentos e construir um centro de formação aeronáutico no Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) por falta de condições.
Quase um ano depois das eleições gerais em Angola, que voltaram a dar a vitória ao MPLA, o partido do poder e o seu principal adversário, UNITA, mobilizam-se em marchas e comícios para mostrar a sua popularidade e apoio às lideranças.
O Grupo Parlamentar da UNITA diz que após o fim do processo de destituição ou não do Presidente da República, João Lourenço, Angola já não será o mesmo País, tendo em vista "o embaraço" que esta iniciativa causou no seio do regime, que acusa de "disseminar informações negativas à sociedade, alegando tratar-se de um golpe do Estado".
Fonte próxima da Procuradoria admite avaliação “em baixa” dos activos e justifica que o “mais importante” era transferi-los para a esfera do Estado. Procuradoria-Geral da República subvalorizou as acções anteriormente detidas pela empresária Isabel dos Santos e pelo general Leopoldino dos Santos na Unitel, inscrevendo-os na lista dos activos nacionalizados c om o valor de 350 milhões de dólares cada um dos 25% de participação accionista.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) apelou hoje em comunicado a todos os dirigentes e ativistas políticos do território para constituírem uma “frente unida” para forçar Angola a negociar a independência.