O nacionalista angolano Ernesto Mulato considerou que Portugal fez uma “descolonização manipulada” em Angola, que causou confrontos na transição após a independência, possível após o 25 de Abril de 1974.
O bispo Valente Bizerra Luís, líder da ala “reformista” da IURD Angola, disse hoje que a reconciliação entre os fiéis não se concretizou devido a “irregularidades” praticadas pelo bispo Alberto Segunda e pelo ministro da Cultura de Angola.
Foi pelo marido que Albina Assis, engenheira química e ex-ministra dos Petróleos de Angola, recebeu a notícia sobre o golpe de Estado em Portugal, no dia 25 de Abril de 1974, que pôs fim a 48 anos de ditadura.
Em um gesto contínuo de solidariedade e comprometimento social, a Jetour Angola renovou seu compromisso com o Centro de Acolhimento Luther Rescova, localizado em Viana. Esta iniciativa é resultado de uma parceria estreita com a Administração Municipal de Viana, refletindo o compromisso da Jetour com a responsabilidade social.
O Procurador-Geral da República (PGR) angolano desvalorizou hoje, em Luanda, a decisão que declarou inconstitucional o julgamento do caso "500 milhões", envolvendo o filho do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, considerando que "motiva a fazer melhor".
O índice de criminalidade em Angola diminuiu quase 13% no primeiro trimestre do ano, segundo dados do Ministério do Interior, que revela, contudo, preocupação com os casos de justiça pelas próprias mãos.
O bispo Alberto Segundo, líder da IRDA (ex-IURD Angola), condenou hoje os atos de “vandalismo” na sequência da reabertura dos templos no domingo, e desvalorizou as acusações dos fiéis dissidentes, negando a existência de alas.
O Tribunal de Comarca de Belas (TCB) prepara-se para, na manhã desta segunda-feira, 15, pelas 8h30, mandar executar o arresto de várias propriedades do empresário Bento dos Santos “Kangamba”.
O país está a financiar-se com o objetivo único de pagar a dívida pública e precisa do petróleo a 65 dólares para equilibrar as contas públicas. Esta fragilidade, somada à falta de dinamização da economia, conduz Angola para um labirinto.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de 2,6% e 3,1% neste e no próximo ano em Angola, abaixo dos 3,8% e 4% estimados para a região da África subsaariana.