O antigo embaixador de Angola na Etiópia, Arcanjo do Nascimento, foi condenado, esta quarta-feira, pelo Tribunal Supremo (TS), a três anos de prisão, mas com pena suspensa por um período de quatro anos, por peculato.
A decisão do governo angolano de remover um grande número de postos policiais de controlo nas estradas do país pode ter consequências negativas não previstas, avisam alguns analistas angolanos.
Cenário de insatisfação dos funcionários é visível em todos os espaços comerciais da rede. Em Luanda, este jornal visitou todos os supermercados, com excepção da loja dos combatentes, e verificou que, entre mais de 30 caixas, apenas cinco estavam em funcionamento. Reclamações em silêncio explicam-se por receios de represálias.
A polícia de choque disparou granadas de gás lacrimogêneo e confrontou manifestantes que atiravam pedras no centro de Nairóbi e em todo o Quênia nesta terça-feira, na mais ampla agitação desde que pelo menos duas dezenas de manifestantes morreram em confrontos há uma semana liderada pela geração Z (nascidos entre 1995 e 2010).
O Governo angolano prometeu hoje retirar licenças a empresas de transporte urbano por incumprimento dos contratos assinados com os governos locais, acusando-as de não estarem a dedicar-se ao transporte exclusivo de passageiros.
O ex-líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu hoje a necessidade de os angolanos dialogarem e conviverem, realçando que é antiga a sua amizade com o Presidente da República, João Lourenço.
O Governo angolano anunciou hoje que o investimento estimado para a construção do Metro de Superfície de Luanda (MSL) é de 1,9 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros), sem avançar datas para o início da empreitada.
Duzentas e 70 empresas privadas e uma pública beneficiaram de mil e 991 autocarros, desde 2019 até à presente data, com vista à melhoria dos serviços urbanos em Angola, numa acção do Governo angolano.
O coordenador-geral da Fundação Jonas Malheiro Savimbi, Isaías Samakuva, disse hoje, em Luanda, que a instituição tem apenas fins filantrópicos, afastando especulações, como a de que estaria a criar um novo partido político.
O Estado angolano vai reduzir as suas participações na seguradora ENSA, no Standard Bank e na Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) até novembro deste ano, deixando a empresa de telecomunicações Unitel para 2025.