A ENSA, uma das 195 empresas com participação estatal inscrita no programa de privatizações do Estado angolano (PROPRIV) apresentou um resultado líquido de 5,28 mil milhões de kwanzas (5,8 milhões de dólares) no último exercício , e conta atualmente com 30 agências e 490 colaboradores.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou hoje que abriu um processo-crime contra o candidato presidencial Venâncio Mondlane e apoiantes, pela escalada de violência pós-eleitoral no país.
O Presidente da República, João Lourenço, considerou, esta terça-feira, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) e o Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) como "áreas muito sensíveis do sistema de defesa e segurança do pais".
Na sexta-feira, 25 de outubro, o Presidente João Lourenço exonerou os diretores do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), João António da Costa Dias, e do Serviço de Investigação Criminal (SIC), António Paulo Bendje.
O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, criticou hoje o candidato presidencial Venâncio Mondlane por se ter declarado vencedor das eleições quando o apuramento estava em curso e alertou para consequências da escalada da violência.
A Procuradoria-Geral da República (PGR), através da sua Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DINIAP), começou, na semana passada, a notificar algumas figuras do aparelho do Estado, supostamente envolvidas na rede do contrabando de combustível no País, que recentemente foi desmantelada pela Casa Militar do Presidente da República, apurou o Novo Jornal.
O candidato presidencial Venâncio Mondlane defendeu hoje a união dos partidos da oposição moçambicana que criticam os resultados das eleições gerais de 09 de outubro anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).
O Bloco Democrático (BD) de Angola vem acompanhado com bastante preocupação o desenrolar do processo eleitoral em Moçambique e manifesta-se mais receoso depois da CNE ter publicado, hoje, resultados que atribuem uma larga vitória à Frelimo e ao seu candidato, sem que tenha levado em consideração a contestação das graves irregularidades, cometidas por agentes eleitorais.
A entrada e saída de fluxos financeiros de Angola vai ser mais demorada devido à inclusão do país na lista cinzenta, o que "é preocupante", mas o sistema financeiro já operava sob esses constrangimentos, disse o FMI.
O economista angolano Carlos Rosado de Carvalho disse à Lusa que a inclusão hoje anunciada de Angola na “lista cinzenta” do Grupo de Ação Financeira (Gafi), uma organização que luta contra o branqueamento de capitais, já era esperada.