A Procuradoria-Geral da República (PGR) demarcou-se, ontem, das especulações postas a circular nas redes sociais e sites de informação, a dar conta que a instituição tinha sido notificada pelas autoridades portuguesas, por alegadas transferências bancárias.
O maior partido da oposição em Angola, a UNITA, pretende monitorar em tempo real os resultados das eleições gerais de 24 de agosto. Oposição acredita que poderá vencer se o escrutínio for justo e transparente.
O investigador da Universidade de Basileia Jon Schubert disse hoje que a designação da crise económica em Angola como "calamidade quase bíblica" pretende voltar atenções para o preço do petróleo e "ocultar responsabilidades políticas" por "péssimas prioridades de investimento".
O ministro dos Transportes angolano disse que o voo experimental realizado no Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) sinaliza o início do processo da certificação da infraestrutura, que se prolonga até final de 2023, período que inicia operações “sem restrições”.
Um soldado da República Democrática do Congo morreu hoje e dois polícias ruandeses foram feridos numa troca de tiros na fronteira, num contexto de aumento de tensão bilateral e em vésperas de Kigali acolher uma cimeira da Commonwealth.
A Procuradoria-Geral da República de Angola bloqueou a participação da chinesa LLI na mina de Catoca, a maior do país, indicando como fiel depositário o Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE).
O presidente da Deloitte Angola destacou hoje o tema da automatização, que assume cada vez mais preponderância no mundo e também em Angola, defendendo que, apesar desta tendência tecnológica, as pessoas são a chave para o seu funcionamento.
A investigadora da Universidade de Oxford Paula Roque defendeu hoje que as eleições de agosto em Angola serão "as menos transparentes e credíveis" das realizadas até agora, e disse recear o que possa acontecer no dia pós-ato eleitoral.
O antigo Presidente angolano, cujo estado de saúde tem sido pretexto para uma forte onda de rumores, é por estes dias um peão disputado por fações da sua própria família e também pelo governo liderado por João Lourenço.
O Presidente da República, João Lourenço, criou um grupo de trabalho multissectorial, que vai ser responsável pela criação das condições técnicas e administrativas, para a apresentação de soluções de identificação das Pessoas Politicamente Expostas.