O processo de privatização de empresas públicas angolanas deverá arrancar em abril, com o Governo a garantir o objetivo de "maximizar" as receitas para o Estado, mas também a garantia do acesso aos pequenos subscritores.
O Governo angolano aprovou a contratação de mais um financiamento, o quarto em dois meses, neste caso no valor de 247,8 milhões de euros, envolvendo o Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca, a maior barragem do país.
A agência de notação financeira Standard & Poor's (S&P) considerou hoje que Angola vai ser, este ano, o segundo maior emissor de dívida na África subsariana, endividando-se em 15,9 bilhões de dólares.
A restrição no carregamento de cartões de crédito internacional, como Visa e Master Card, continua a dificultar a vida dos cidadãos com necessidade de apoiar familiares no exterior do país, mesmo depois da recomendação do Banco Nacional de Angola para os bancos comerciais disponibilizarem um valor de até 500 euros.
O Estado angolano prevê realizar este ano uma emissão especial de 500 milhões de dólares (403 milhões de euros), em moeda estrangeira, para resgatar uma dívida ao fundo britânico Gemcorp.
O preço para comprar divisas nas ruas de Luanda voltou a descer na última semana, em sentido contrario à depreciação do kwanza angolano face às moedas europeia e norte-americana, aparentando assim uma convergência entre os mercados oficial e informal.