A unidade de análise da agência de informação financeira Bloomberg considera que a economia de Angola vai cair para quinto lugar das maiores economias da África subsaariana, sendo ultrapassada pelo Quénia e Etiópia até 2022.
O economista angolano Alves da Rocha manifestou ceticismo face ao recente acordo entre o Governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para o ajustamento estrutural da economia do país.
A Economist Intelligence Unit (EIU) espera uma "melhoria modesta" no crescimento do crédito à economia angolana este ano, alertando, no entanto, que as barreiras vão manter-se e que as dificuldades de financiamento das pequenas empresas vão continuar.
Apesar da forte desvalorização do kwanza desde 2016, que resultou numa aproximação inédita aos preços da região Austral, o mercado nacional de telefonia móvel e Internet continua a cobrar valores acima da média.
Um analista da Capital Economics diz que o desempenho da economia angolana no ano passado foi "terrível" e antecipa mais um ano de recessão em 2019.
O petróleo Brent para entrega em junho fechou ontem no mercado de futuros de Londres em alta de 2,82%, para 74,00 dólares.
As empresas e sócios angolanos do extinto Banco Espírito Santo Angola (BES Angola) têm até 50 dias para contestar o pedido de condenação interposto pelo banco que detém os activos tóxicos do BES.