O segundo comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, alertou hoje (quarta-feira), em Luanda, que toda tentativa de sublevação, desordem pública, ameaças e outras práticas não permitidas terão a pronta intervenção da corporação.
Os organizadores destas iniciativas querem convencer a Presidência de Angola e "todos os elementos do Governo" de que "não se devem amedrontar com as críticas dos membros da sociedade".
As plantações de café ainda perduram e se Angola retomasse hoje os níveis de produção de 1974 podiam render 450 milhões de euros em exportações anuais.